2 de ago. de 2010

FAZENDO AS PAZES

01/08/2010

Não poderia ser diferente, a conversa que serviu não apenas para retomar aquilo que nós do Paradão consideramos normal, que teve como exemplo os amigos Gilson e Mamute.

Tudo em paz mesmo, e que sempre nos lembremos que o futebol é apenas um dos motivos que nós traz ao campo do Guaianases aos domingos e o resto todos já sabemos, fica por conta das histórias e das gozações que não param nunca.

E por falar em história, no domingo anterior a justificativa que deram para a ausência do Genésio ( juiz ) é que o mesmo havia sido atropelado e que estaria muito mal no Hospital São Marcos, fato que nosso amigo Hélio logo ressaltou : “Poxa vida, todo mundo que eu fui visitar lá morreu “ .
Sendo assim como coloquei logo nas primeiras postagens, se ele ( Genésio ) não aparecesse hoje, felizmente com a saúde em forma, não seria nada anormal o pessoal prestar uma homenagem com direito a minuto de silêncio

Como se isso não bastasse, hoje quem estava ausente era o Boca. E não é que já tinha gente afirmando categoricamente que a pressão dele estava 21 x 17.




Boca


Com certeza essa turma deve perder apenas para o personagem do Bem Amado, Odorico Paraguaçu.

Voltando a falar de futebol, outra vez um jogo super movimentado dessa vez com a reação da equipe vermelha que faturou a partida pelo placar de 5 x 4.
Anotaram para o Vermelho: Fabio (2), Amaral – Pré Sal ( contra ), Welleson e Dico.
Para o Branco : Jonas, Mikima, Edi e Gilson.




Jonas / Gilson/ Edi/ Mikima/ Fabio/ Amaral / Welleson / Dico



Agora, que o Mauro deixou escola deixou. A Jabulani judiou da equipe branca com gols incrivelmente perdidos pelo Jardel, Jonas e Bob. Além do penalti perdido pelo Fininho.



Aproveitamos o espaço para agradecer aos préstimos do Borsão (não me perguntem o porquê do apelido) , que não falta um domingo sequer, e que com uma humildade fora de série está sempre disponível para ajudar naquilo que ele é capaz de fazer.
Só pedimos pra ele não levar laranjas na próxima foto.

Outro personagem de destaque é o Vitor de Oliveira, o zagueiro Vitor. Mineiro de Raul Soares, nascido em 18 de Dezembro de 1971, é torcedor do São Paulo.

Como dissemos é zagueiro, mas se engana quem pensa ver aqueles beques que estouram para qualquer lado.

Passou pela Ferrazense, Princesa de Guaianases, Esquadra ( futebol de salão ), Juventude e Águia de Guaianases.

Outro sujeito jovem, mas de uma grande história é o meio campista Jardel.

Aos 11 anos começou a jogar futsal na escolinha de futebol, da empresa CELITE de louças no Tatuapé.

Aos 12 foi convidado para fazer parte do pré-mirim do Corinthians de futsal, aos 13 ingressou no campo na categoria mirim.

Aos 16 anos o sonho de muitos garotos: recebeu uma proposta do futebol belga ( Sint-Truiden), mas os pais não liberaram sua ida para o exterior.

Confessa que por imaturidade saiu do Corinthians e foi para o Matsubara , onde ficou um ano, na cidade de Cambara (PR)

Nessa fase viu o mundo por trás do futebol, em que o jovem fica a mercê dos empresários, trabalha três meses e recebe um, alojamento aonde aparece pessoas boas e a más também.

Vivendo dessa maneira foi perdendo o interesse pelo futebol e aos 17 anos retorna para São Paulo e vai trabalhar de Office-Boy.

Mudando-se para Guaianases, conhece o pessoal do Botafogo e lá ele conhece três amigos que faz questão de citar. São eles o Ede, o Gildo e o Tico, sendo que esse ultimo infelizmente a violência o levou cedo. Frisa que foram eles os responsáveis pela volta da sua vontade em jogar futebol, mesmo que não profissionalmente.

Passou pela várzea em times como Sem Miséria ( São Miguel ), Boa Esperança ( São Matheus ), Juventus ( Itaim ), Coroado, Titanus, Nois Travamos, 1º de Maio esses de Guaianases e o próprio Guaianases.

E vejam só, para se recuperar de uma lesão na coluna, brinca conosco aqui no Paradão.

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