
Ontem foi comemorado o 17º aniversário do Paradão. Não poderíamos deixar de agradecer ao Nilson e ao Zezão pela oportunidade dessa comemoração, pois, não apenas fundaram essa equipe, assim como vêm mantendo ao longo desses anos essa estrutura, que permite aos jogadores e amigos estarem presentes nesse clima de alegria que contaminou a todos nesse domingo.
Realmente são poucos lugares em que o pessoal além de reunir-se para o seu futebol dominical, podem desfrutar dessa união que faz do Paradão uma “casa” diferente.
Por isso que não cansamos de repetir que o futebol é apenas uma boa desculpa para que essa reunião aconteça, chova, faça frio ou calor.
Citar um ou outro para responsabilizar pela organização da festa, que foi excelente, seria cometer um erro muito grande, pois vimos todos colaborando de uma forma ou de outra, para que esse sucesso fosse realidade.
O pessoal que estava encarregado do churrasco não parou um só instante, servindo desde a picanha, ao peixe, passando por uma bela salada e o pão de alho.
Mas entre uma conversa e outra, o Paulinho me conta uma história sobre o Buiú, que também estava presente, sobre os churrascos do Paradão.
Imaginem que durante algum tempo, sabe-se lá porque e também não importa, o pessoal vinha, jogava sua bola, mal tomava uma cervejinha e ia embora.
Ai o Buiú resolveu comprar uma costela para reiniciar o churrasco. Trouxe logo cedo e fez o anuncio, para que todos após o futebol fossem para a área da churrasqueira.
Mas para surpresa de todos, na hora de começar cadê a carne? Algum esperto levou para o almoço. Mas o Buiú não desistiu, buscou outra e cumpriu o prometido. Desde então, o churrasco de domingo não parou mais.

Festa é bom que o pessoal conta tudo, correto?. Vejam essa então. O Genésio trouxe dois assistentes para a partida desse domingo. Pois bem, durante a festa o pessoal cerca o Genésio e questiona. Aquele lance não foi pênalti, e aquele outro não foi falta? Pois é, o nosso arbitro não hesitou. “
Realmente até foi, mas tinha que manter a postura né, além do mais tive que tomar conta dos meus auxiliares. Um engessou o braço e dava uns impedimentos que só ele via, enquanto que o outro não dava alguns laterais porque não enxergava se a bola tinha ultrapassado a linha” .
E por falar em jogo, esse foi disputado num clima frio demais. Mas apesar disso, os gols saíram e resultou num empate de 2 x 2, com gols de Dico e Gilson pelo branco e o Mauricio marcou 2 vezes pelo vermelho.
Alguns fatos sobre os gols: O Gilson disse que tinha pedido uma ajuda ao Juca, com relação ao cabrito, para tirar a zica. Só não tinha certeza se os nós da cueca tinham sido desamarrados.
Já o Mauricio que dias atrás sofreu com a Jabulani, dessa vez se deu bem fazendo a alegria do vermelho.
E finalmente o gol mais bonito da partida. Uma troca de passes envolvente da equipe branca, bola de pé em pé, sobra na área para o Dico, que corta o adversário duas vezes e coloca no canto, indefensável para o goleiro.
Agora a comemoração: O pequeno Dico, corre diretamente para os braços do Nilson, num abraço fraternal. É claro que o pessoal pegou no pé. Parabéns Dico, pelo gol e pela demonstração de amizade.
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| Dico/Mauricio/Gilson |
Como disse estava frio demais. E tem gente que não resiste. Bem, segundo todos os estudos de educação física, o atleta tem que se condicionar momentos antes de entrar em campo, através de um aquecimento muscular etc., e tal. Mas não com caipirinha correto? Pois é, isso foi o que fez o Mikimba que foi pego no exame pró-pinga, preparou para o aquecimento dele e de outros que estavam na reserva.

Pior !!!. Quando esse rapaz que é um outro filho do vento entrou em campo, estava achando que o gols estavam posicionado entre as duas laterais do campo, além do que quando recebia a bola, insistia em trazê-la para a sua defesa. O coitado do Claudinei que o diga.

Outro que vem exigindo a titularidade é o nosso amigo Célio Silva. Vem de vez em quando ( problemas musculares ) e quando vem quer ser titular da camisa 10. Mas com cinco amor-
tecidas na canela, uma na barriga e um chute para trás, igual a brincadeira de taco, vai ser difícil.
Apesar da festa, o pessoal de vermelho queria matar o Mauro. Bola na área, o Leandro (goleiro) rebate e se machuca, a bola sobra para o Mauro. Resultado, o Leandro se recupera da contusão e acaba com alegria do Maurão. Mas vamos continuar tentando.
Leitores.
As histórias apesar de verídicas têm a finalidade de enaltecer o tom de brincadeira que faz parte do Paradão.
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